domingo, 22 de agosto de 2010

isto já não é amor, (não) é nada.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

estou farta de te ver ir embora. desta vez nao te vou pedir para ficar, nao te vou amarrar à cama. desta vez sou eu mesmo que corto os laços, que te abro a porta. força, segue.
não esperes perto da porta que te agarre na mão, que te abrace ou que te conte as mil e uma noites que vou passar a chorar se fores embora. não digo que não vá chorar, que não vá sofrer.
mas desta vez em silêncio, não o saberás.
por mais dificil que venha a ser respirar, por mais fraca que fique, pelo menos haverá mais espaço. posso encher mais a minha vida com tralha, no fundo so estás aqui para tirar espaço aos dias de vida que podiam preencher-me como tu ja preencheste.
força, repara: não é para trás que estou a olhar.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Só percebi que não vale a pena fugir (-te) .